Ir para o conteúdo

Estudo 11 de 12 · 1 Pedro 1.3 · João 11.25-26 · 1 Coríntios 15.19-20

“Minha Esperança

A única esperança que a morte não consegue roubar.

Texto curto · 1 min

Esperança é a expectativa de alcançarmos algo bom que desejamos — é ela que move a nossa vida, assim como os nossos sonhos. Mas há um problema: quando alcançamos o que desejamos, aquilo deixa de ser esperança e vira realidade, e precisamos de algo novo para nos mover. As esperanças terrenas são passageiras. A Bíblia, porém, fala de uma "viva esperança" — e é ela que traz o verdadeiro sentido para a nossa existência.

Podcast · O Discipulado O episódio deste estudo ainda não está vinculado — o player abre o programa no episódio mais recente.
Infográfico do estudo
Da pergunta ao versículo-chave, em uma imagem. Toque para ampliar.
Mini estudo · pergunta a pergunta Pergunta 1 de 10

Ponto de partida · Tudo passa

O que podemos aprender sobre a brevidade da vida?

📖 Salmo 90.9-10

História real · Policarpo de Esmirna, Império Romano

Bispo de Esmirna, discípulo direto do apóstolo João, já com mais de 86 anos foi capturado durante uma perseguição contra os cristãos. Diante da ameaça de morte na fogueira, o procônsul romano ofereceu-lhe a vida em troca de amaldiçoar a Cristo. Policarpo respondeu: "Há oitenta e seis anos eu o sirvo, e ele nunca me fez mal algum. Como posso blasfemar contra o meu Rei, que me salvou?" — e foi queimado vivo na praça pública de Esmirna.

A obra do Espírito: uma esperança que só funciona quando tudo está bem não é a esperança viva de que fala a Bíblia — Policarpo prova que essa esperança é a única capaz de resistir à própria morte.

Reflexão cristocêntrica

As Primícias de uma Colheita Garantida

Toda a esperança descrita neste estudo depende de um único fato histórico: "Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem." Primícias não são uma amostra qualquer — são a primeira parte de uma colheita que já começou a ser colhida. Se Cristo ressuscitou, a nossa própria ressurreição não é uma esperança vaga: é a continuação inevitável de algo que já aconteceu. É por isso que a esperança cristã é chamada de "viva": ela depende de um túmulo vazio que já é fato consumado.

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que (...) nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.”
1 Pedro 1.3