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Estudo Teológico O Discipulado

A Ordem
Invertida

Buscai primeiro o Reino de Deus —
um estudo sobre Mateus 6.33

"Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."

Mateus 6.33
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A Frase Invertida

A frase que todos conhecem e quase ninguém obedece

Existe uma sentença de Jesus que todo cristão sabe de cor e quase ninguém organiza a vida em torno dela. Não porque seja obscura. É das mais límpidas que Ele disse. Mas porque, para obedecê-la, é preciso desmontar a arquitetura inteira de como decidimos o que vem primeiro.

Buscai primeiro o Reino de Deus. Repare no advérbio. Primeiro. Jesus não pediu que o Reino estivesse na sua lista de prioridades. Pediu que fosse o item número um, e que todo o resto fosse calculado a partir dele. Nós fizemos o contrário. Buscamos primeiro todas as coisas: o salário, a casa, a segurança, o amanhã resolvido, a aposentadoria garantida. E, no fim da lista, quando sobra tempo e energia, pedimos que Deus abençoe aquilo que já decidimos sozinhos.

Invertemos a sentença. Vivemos como se o objetivo estivesse aqui na terra e o Reino fosse um detalhe a ser acrescentado. Buscamos primeiro as coisas e esperamos que Deus complete o resto. Morremos de preocupação com o amanhã. Esquecemos os irmãos. Tratamos a fé como um seguro de vida, e não como a própria vida.

Este estudo é sobre essa inversão. E sobre o que Jesus de fato prometeu, que é mais radical, e bem menos confortável, do que a versão de bolso que herdamos.

O terreno onde a frase foi dita

Jesus fala isto no meio do Sermão do Monte, para pescadores, camponeses e diaristas — gente que, de fato, não sabia se comeria amanhã. Os lírios do campo e as aves do céu não eram metáfora distante; estavam ali, na paisagem. Isso torna a ordem mais radical, não menos. Não é conforto para quem já tem tudo. É confronto para quem não tem quase nada e, mesmo assim, é chamado a colocar o Reino em primeiro lugar.

O contexto literário fecha o argumento. Poucos versículos antes, Jesus opôs dois senhores: "Ninguém pode servir a dois senhores… não podeis servir a Deus e a Mamom" (6.24). Mamom não é dinheiro; é o dinheiro personificado como um deus rival, um senhor que exige lealdade. O problema nunca foi ter bens. O problema é a quem você presta contas. E é exatamente aqui que mora a inversão: trocamos de Senhor sem trocar de vocabulário. Continuamos falando de Deus enquanto obedecemos a Mamom.

"Não podeis servir a Deus e a Mamom."

Mateus 6.24
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O Texto no Original

O que as palavras carregam

Mateus foi escrito em grego, não em hebraico. O versículo abaixo é grego koiné. Mas o conceito de "Reino" é profundamente hebraico, e é por isso que vamos aos dois: o grego do texto e o solo hebraico que o sustenta.

ζητεῖτε δὲ πρῶτον τὴν βασιλείαν τοῦ θεοῦ καὶ τὴν δικαιοσύνην αὐτοῦ

zēteîte dè prôton tēn basileían toû theoû kaì tēn dikaiosýnēn autoû — "Buscai, porém, primeiro o Reino de Deus e a justiça d'Ele"

Mateus quase sempre escreve "Reino dos céus" (basileía tôn ouranôn), um circunlóquio reverente típico do judaísmo, que evitava pronunciar o nome de Deus. Aqui, de modo raro, ele diz "Reino de Deus", deixando o alvo explícito. Por baixo do grego está o hebraico malkut (reinado, domínio) e a expressão malkut shamayim, o reinado dos céus. Guarde a nuance: Reino, na Bíblia, é antes um governo ativo do que um lugar geográfico.

Cinco palavras sustentam o versículo

1

ζητεῖτε — zēteîte, "buscai"

Imperativo presente: ação contínua, um verbo de vida inteira. Não é "tome uma decisão hoje", é "persiga sem parar". E há uma ironia cortante: é o mesmo verbo que Jesus usa no versículo 32 para descrever os pagãos, que "buscam ansiosamente" comida e roupa. Mesmo verbo, objeto oposto. A diferença entre o discípulo e o pagão não é a intensidade da busca. É o alvo dela.

2

πρῶτον — prôton, "primeiro"

"Primeiro" de prioridade, não de sequência cronológica. Jesus não disse "resolva o Reino primeiro e depois cuide do resto". Disse: faça do Reino o eixo a partir do qual tudo o mais é decidido. Não é o primeiro item de uma fila; é o critério que reorganiza a fila inteira.

3

βασιλεία — basileía, "Reino"

Melhor traduzido por reinado ou realeza. Não o céu como destino turístico, mas o governo do Rei sendo exercido. Buscar o Reino é submeter-se a um domínio, não mudar de endereço. Raiz hebraica malkut: onde Deus reina, ali está o Reino.

4

δικαιοσύνη — dikaiosýnē, "justiça"

Jesus acrescenta "e a sua justiça", parte que costumamos pular. Não é só absolvição jurídica. É a tsedaqah hebraica: retidão relacional, fidelidade à aliança, justiça concreta para com o pobre e o oprimido. E é a justiça d'Ele, a justiça do próprio Deus, que em Cristo se torna a nossa (1Coríntios 1.30). Buscar o Reino sem a justiça d'Ele é buscar um trono sem o caráter de quem senta nele.

5

προστεθήσεται — prostethḗsetai, "serão acrescentadas"

Voz passiva divina: o agente oculto é Deus. "Serão acrescentadas" [por Ele]. O verbo prostíthēmi significa adicionar por cima, pôr de brinde. As "coisas" — e o texto define quais: comida, bebida, roupa (vv. 25-32), o básico da sobrevivência — não são o alvo. São o apêndice. Deus as joga por cima de quem já achou o que importa.

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Buscar o Reino é Buscar o Rei

O coração cristocêntrico da busca — e como a Igreja leu esta passagem

Aqui o estudo precisa parar de girar em torno de princípios e apontar para uma Pessoa. Orígenes, no século III, cunhou uma palavra para Jesus: autobasileía, "o Reino em pessoa". O Reino não é uma coisa que Deus distribui à parte de Si mesmo. O Reino é Deus reinando. E Deus reina em Cristo. Por isso buscar o Reino é, na prática, buscar o Rei. Onde Cristo governa, ali o Reino chegou.

Isso desmonta a versão antropocêntrica da fé, aquela em que Deus é o meio e a minha vida boa é o fim. O evangelho cristocêntrico inverte de novo a inversão: Deus é o fim, e todo o resto é overflow. O discípulo não busca o Reino para conseguir as coisas. Busca o Rei porque o Rei é o prêmio. As coisas vêm atrás, encolhidas ao seu tamanho real: úteis, mas nunca centrais.

O erro mais sofisticado

O evangelho da prosperidade é Mateus 6.33 transformado em estratégia de investimento: "busque o Reino para que as coisas venham". Parece obediência. É a inversão outra vez, apenas lavada em linguagem religiosa. Se você busca o Reino como meio para as coisas, então as coisas continuam sendo o seu "primeiro" real, e o Reino virou ferramenta. A gramática do texto não permite isso. Deus não se deixa escarnecer.

Quer a prova de que "acrescentadas" não é promessa de prosperidade? Olhe para o próprio Rei. Jesus buscou o Reino do Pai em primeiro lugar, de forma absoluta, e o que Lhe foi "acrescentado" foi uma cruz. A provisão do Pai não é a vida confortável que projetamos; é exatamente o que o filho precisa para fazer a vontade do Pai, e às vezes isso se parece com o Getsêmani. O que o discípulo recebe garantido não é conforto. É o Pai.

Como os grandes leram esta passagem

"O que você ama em primeiro lugar é o seu verdadeiro deus. A vida cristã é a reordenação dos amores: colocar no topo Aquele que já é, por direito, o topo."

Agostinho de Hipona Comentário ao Sermão do Monte — a ordo amoris

"Quem busca primeiro o Reino é libertado da ansiedade, porque descansa na providência paterna. Deus, que cuida da alma, não abandonará o corpo; mas ensina-nos a subordinar o menor ao maior."

João Calvino Harmonia dos Evangelhos

"A preocupação ansiosa é, no fundo, um ateísmo prático: agimos como se não tivéssemos Pai. A questão de todo o Sermão é simples e brutal — quem, afinal, é o seu Deus?"

D. Martyn Lloyd-Jones Estudos no Sermão do Monte

"Aqui está a grande ambição que substitui todas as outras. Nem o materialismo, que idolatra as coisas, nem o ascetismo, que as despreza — mas o Reino e a justiça de Deus como o bem supremo do discípulo."

John Stott A Mensagem do Sermão do Monte

"O coração humano é uma fábrica de ídolos. Qualquer coisa boa que você coloque no lugar do 'primeiro' torna-se um deus funcional — e nenhum deus funcional aguenta o peso que só o verdadeiro Deus suporta."

Timothy Keller Deuses Falsos
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O Homem que Perdeu o que Não Podia Manter

Uma história real: Jim Elliot e os Waodani

8 de janeiro de 1956

Cinco missionários, uma faixa de areia no rio Curaray

Cinco missionários americanos foram mortos a lança numa faixa de areia do rio Curaray, na selva do Equador. Tentavam alcançar os Waodani, um povo isolado e temido, então chamado de "aucas". Um deles era Jim Elliot, 28 anos, formado em Wheaton, um jovem brilhante que poderia ter escolhido qualquer futuro confortável nos Estados Unidos.

Anos antes, com 22 anos, ele havia escrito no diário uma frase que ficaria: "Não é tolo aquele que dá o que não pode guardar para ganhar o que não pode perder." Elliot tinha entendido Mateus 6.33 na raiz. Ele buscou o Reino em primeiro lugar, e o que lhe foi "acrescentado" não foi prosperidade. Foi a morte, cedo, longe de casa, deixando esposa e uma filha pequena.

O que aconteceu depois

Se o versículo fosse uma promessa de vida boa aqui, a história de Elliot o refutaria. Mas o texto nunca prometeu isso. Sua viúva, Elisabeth Elliot, e Raquel Saint, irmã de outro dos mortos, voltaram e passaram a viver entre os Waodani. Muitos se converteram a Cristo, inclusive homens que haviam empunhado as lanças. O Reino avançou exatamente onde a lógica das "coisas" só via desperdício.

É essa a provisão do Pai: não a que preserva a nossa vida, mas a que cumpre os Seus propósitos e guarda o nosso verdadeiro tesouro, que nunca esteve aqui. Elliot não perdeu. Ele apenas se recusou a chamar de "primeiro" aquilo que era passageiro.

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A Troca

Estamos dispostos a trocar as outras coisas pelo Reino?

A palavra "acrescentadas" tem um perigo escondido: ela nos deixa ouvir só o que ganhamos. Lemos o versículo e o coração já calcula o lucro — "se eu buscar o Reino, ainda por cima recebo o resto". Mas Jesus, em outra parábola, faz a pergunta pelo lado oposto, e é a pergunta que dói: o que você estaria disposto a entregar?

"O Reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido no campo, que um homem achou e escondeu; e, cheio de alegria, vai, vende tudo quanto tem e compra aquele campo" (Mateus 13.44). Logo em seguida, o mercador que encontra a pérola de grande valor faz o mesmo: vende tudo o que possui e a compra. Repare em duas coisas. Primeiro, eles vendem tudo, não uma fatia, não o excedente. Segundo, e isso muda o tom inteiro, o homem faz isso "cheio de alegria". Não é o sacrifício sombrio de quem perde. É o cálculo esperto de quem achou algo tão valioso que largar o resto vira pechincha.

"Cheio de alegria, vai, vende tudo quanto tem e compra aquele campo."

Mateus 13.44

Existe o contraexemplo, e ele tem nome de página: o jovem rico (Mateus 19). A ele foi pedida exatamente essa troca — vende o que tens, dá aos pobres e segue-me. E ele foi embora triste, "porque possuía muitas propriedades". A tristeza dele é o raio-X mais honesto da Bíblia sobre este assunto. Não foi que o Reino não valia; foi que, na hora da troca, ficou claro o que era, de fato, o seu primeiro. Ninguém troca o que ama mais pelo que ama menos.

E aqui está o cuidado, para não lermos errado: você não compra o Reino entregando as coisas. O Reino é graça; é Cristo dado, não Cristo vendido. A disposição de trocar não é o preço da entrada — é o sintoma de que o Rei já é o primeiro. Foi por isso que Jim Elliot pôde chamar de "tolo" não quem entrega, mas quem se recusa a entregar o que de todo modo não pode manter. Para ele, a troca não era perda; era o melhor negócio possível.

A pergunta virada do avesso

Não é apenas "confio que as coisas serão acrescentadas?". É "eu as perderia todas e ainda assim teria achado o suficiente?". Enquanto a resposta for "depende do preço", o Reino ainda não é o primeiro — é apenas mais um item bem colocado na lista. Elliot respondeu essa pergunta com a própria vida. A parábola respondeu com alegria. E você?

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Caminho Prático

Como reverter a inversão nesta semana

Você quer saber o que busca em primeiro lugar? Não olhe para o que você declara. Olhe para a sua oração. A oração é o raio-X do coração, porque nela o disfarce cai. E a pergunta é a que você mesmo já intuiu: o que ocupa mais espaço quando você ora — o coração do Pai ou as mãos do Senhor?

Há uma oração que adora: contempla quem Deus é, se alegra n'Ele, se rende. E há uma oração que só estende a mão: pede, negocia, reclama, apresenta a lista. Nenhuma das duas é errada — Jesus nos ensinou a pedir o pão. Mas a proporção entre elas denuncia quem, de fato, está no trono.

1

Faça a auditoria da sua oração (7 dias)

Durante uma semana, ao terminar de orar, marque: foi mais adoração (quem Deus é) ou mais pedido (o que eu quero)? No sétimo dia, olhe a proporção. Dado, não sensação. O número vai te dizer quem está sentado no trono.

2

Reordene o calendário e o orçamento

"Primeiro" se prova nas primícias, não nas sobras (Provérbios 3.9). Dê ao Reino a primeira hora do dia e a primeira parte da renda — antes de tudo o mais ser decidido, não com o que restar depois que a vida já se organizou sem Deus.

3

Mate o "para que"

Examine se você busca a Deus como meio para as coisas: "Senhor, se eu Te buscar, o Senhor abençoa meu projeto/minha renda/meu futuro". Isso é usar Deus. Arrependa-se disso especificamente. Busque o Rei porque Ele é o prêmio, não a chave do cofre.

4

Entregue o amanhã, hoje

Nomeie por escrito a preocupação de amanhã que mais rouba o seu presente. Entregue-a em oração hoje (Mateus 6.34). A ansiedade com o futuro é a forma mais educada de dizer que você não tem Pai.

5

O teste de Elliot

Dê algo esta semana — dinheiro, tempo, um bem — que só faça sentido se o seu tesouro não estiver aqui. Um gesto concreto que prove, a você mesmo, que "as coisas" não são o seu primeiro. A fé que não custa nada não reordena nada.

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Contemplação Final

Nós não somos deste mundo — e a nossa vida é um movimento de volta

Nós não somos deste mundo. A nossa cidadania é outra (Filipenses 3.20), e a nossa vida deveria ser um movimento de volta para onde é o nosso verdadeiro lugar. Buscar primeiro o Reino é, no fundo, parar de tratar a terra como pátria e o Céu como acréscimo. É inverter de volta a ordem que invertemos.

Uma pergunta desconfortável para fechar, e ela vale especialmente para quem constrói coisas boas em nome de Deus: é possível buscar o Reino de tal modo que o projeto sobre o Reino vire, ele mesmo, uma das "coisas" — a obra, o alcance, o reconhecimento, a sensação de estar edificando algo. O texto não distingue entre ídolos vulgares e ídolos nobres. Pergunte-se com honestidade: o que você chama de "buscar o Reino" termina apontando para o Rei, ou para o que você está construindo?

Oração

"Pai, confesso que inverti a ordem. Busquei primeiro tudo o mais e Te deixei o que sobrava.
Reordena o meu coração. Que eu Te queira mais do que quero os Teus presentes,
e que a minha oração pare de ser só uma lista de mãos estendidas.
Ensina-me a buscar o Rei, e não o que o Rei pode dar.
E o que for do Teu agrado acrescentar, que venha por cima — nunca no lugar de Ti."

Em nome de Jesus, o Reino em pessoa

"Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."

Mateus 6.33

Referências bíblicas deste estudo

Mateus 6.19-34 O contexto inteiro: tesouros, os dois senhores, a ansiedade e a ordem correta de busca
Lucas 12.31 A versão paralela: "buscai o Reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas"
Mateus 13.44-46 O tesouro e a pérola: o Reino vale vender tudo — cheio de alegria
Mateus 19.21-22 O jovem rico: recusou a troca e foi embora triste
1 Reis 3.5-13 Salomão pede sabedoria, não riqueza — e recebe as duas
Provérbios 3.9 As primícias: honrar a Deus com o primeiro, não com o que sobra
Colossenses 3.1-2 "Buscai as coisas que são de cima" — a mesma reordenação de afetos em Paulo
Filipenses 3.8 Tudo passa a ser perda diante da excelência de conhecer a Cristo
Romanos 14.17 "O Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo"
Hebreus 11.16 Os que buscaram uma pátria melhor, a celestial

Para o grupo · seis perguntas para conversa

  1. Se alguém analisasse o seu calendário e o seu extrato bancário sem te conhecer, o que concluiria sobre o que você busca em primeiro lugar?
  2. Na sua oração, o que ocupa mais espaço: o coração do Pai ou as mãos do Senhor? O que essa proporção revela?
  3. Onde, na sua vida, você percebe que busca a Deus "para que" Ele resolva outra coisa que é, na verdade, o seu alvo real?
  4. A promessa de que "todas estas coisas serão acrescentadas" some do radar quando pensamos em Jim Elliot. Como isso muda a sua leitura do versículo?
  5. Qual é a "outra coisa" que você sabe, no fundo, que não trocaria pelo Reino? E o que essa relutância revela sobre onde ela está na sua lista?
  6. Qual é a coisa boa — talvez até nobre — que você colocou no lugar de "primeiro", e que precisa voltar para o seu tamanho real?